Cultura - Um Orçamento Inaceitável Para O Algarve

08/03/2016

Deputado José Carlos Barros

Na interpelação ao Ministro da Cultura realizada no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento de Estado para 2016, José Carlos Barros considerou que os documentos do Orçamento têm «muito word e pouco excel», no entendimento de que, neste domínio, «o discurso e a palavra não encontram correspondência no plano orçamental».

Num Orçamento para a Cultura que, em termos gerais, considera uma redução de 2,9 milhões de euros relativamente a 2015, o deputado do PSD eleito pelo distrito de Faro considera preocupante o facto de, para o Algarve, não se encontrarem definidas as verbas para o apoio às artes.

Durante a audição, José Carlos Barros questionou ainda o Ministro da Cultura sobre o facto de o Algarve ser a única região do País para a qual não estão previstas quaisquer verbas para a componente regionalizada do Programa Orçamental para a Cultura.

O deputado do PSD considera «inaceitável que o Programa Orçamental preveja investimento zero na componente regionalizada, numa Região em que as interações da cultura e do turismo se revelam cada vez mais decisivas na perspetiva das estratégias de desenvolvimento».

 

Veja aqui a intervenção do Deputado José Carlos Brros

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