Deputados do PSD-Algarve questionam Ministro do Ambiente sobre Promontório de Nossa Senhora da Rocha em Lagoa

Capela de Nossa Senhora da Rocha - Lagoa

11/12/2014

Parlamentares eleitos pelos Algarve questionam o Ministro do Ambiente e Ordenamento, Jorge Moreira da Silva

 

Os deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral do Algarve, Pedro Roque, Elsa Cordeiro, Cristóvão Norte e Bruno Inácio estão preocupados com os acontecimentos recentes que tiveram lugar no Promontório de Nossa Senhora da Rocha, no concelho de Lagoa, onde no passado dia 27 de Novembro teve lugar uma derrocada parcial da arriba.

Este evento levou a que cerca de 3 metros de área circulável junto à capela ruísse. Tal facto levanta naturais preocupações de segurança, não só do edificado, como também e principalmente no que respeita à circulação dos milhares de pessoas que anualmente visitam aquele espaço.

Neste sentido, os parlamentares do PSD questionaram o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, sobre o tipo de avaliação que foi realizado no local e ainda o tipo de intervenção que esta prevista bem como o horizonte temporal para a sua realização. De igual forma, foi defendido pelos mesmos que é necessário acautelar todas as condições de segurança bem como assegurar que qualquer intervenção a realizar deve ser feita antes do início da próxima época estival.

No seguimento deste evento os parlamentares querem sublinhar a rápida e eficaz intervenção do Serviço Municipal de Proteção Civil e da Associação Portuguesa do Ambiente que, de imediato, sinalizaram o local e salvaguardaram uma área de segurança para os visitantes.

O Forte e a Capela de Nossa Senhora da Rocha estão classificados como Imóveis de Interesse Público e são um dos ex-líbris do litoral do Barlavento Algarvio e do concelho de Lagoa, como tal o Estado, através dos seus serviços descentralizados, deve assegurar a sua manutenção e preservação.

Os Deputados do PSD querem ainda sublinhar a necessidade do Estado, através das suas estruturas descentralizadas, manterem e reforçarem o acompanhamento e monotorização que têm vido a realizar da erosão e derrocadas das arribas, nomeadamente junto a áreas de acesso público.


Assembleia da República em 11/12/2014

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